Para Refletir… Armadura Guardada Ou Em Uso Constante?

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“Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais
resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo,
permanecer inabaláveis. Estai, pois, firmes, cingindo-vos
com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai
os pés com a preparação do evangelho da paz; embraçando
sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os
dardos inflamados do Maligno. Tomai também o capacete da
salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus”
Efésios 6:13-17).

Todos nós sabemos que os camelos possuem uma corcova, pernas
longas e patas arredondadas, cílios longos e grossos que
quase impedem sua visão. E essas características não existem
por acaso. São animais do deserto, precisam de pernas longas
para que não sofram em demasia com as areias quentes, patas
arredondadas para firmarem bem seus passos na areia,
corcovas para armazenar água por longos períodos, cílios
longos e grossos para protegerem-se das tempestades de
areia, tão frequentes no local onde vivem.

Nós também temos características especiais para viver no
mundo. Deus nos equipou com a couraça da justiça, nos
revestiu com o cinto da verdade, nos calçou com sapatos
especiais que nos permitem semear a paz, protegeu-nos com o
capacete da salvação, com o escudo da fé e com a espada do
Espírito. Com essas características santas, devemos caminhar
pelo mundo, sendo uma bênção e abençoando vidas.

Se Deus nos deu tudo isso para viver neste mundo com coragem
e ousadia, por que nos escondemos, andando longe do lugar
para onde nos enviou? Por que vivemos indiferentes ao Seu
propósito? Por que vivemos chorando pelos cantos, quando
deveríamos estar radiantes de alegria pelo privilégio de
termos sido escolhidos para tão gloriosa vida?

Muitos camelos estão distantes de seu habitat — em
zoológicos — não por vontade própria, pois, não tiveram
escolha. Nós podemos escolher e devemos optar por estar no
centro da vontade de Deus.

Você se esconde de Deus ou o glorifica, usando sua armadura
para transformar o mundo?

Por Paulo Barbosa – Um cego no Site do Bem

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